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Análise biomecânica da corrida: o que ela revela sobre dores recorrentes

02 de outubro de 2026 · Leitura de 1 min · Instituto Boese

Pessoa correndo ao ar livre

Muitos corredores convivem com uma dor que some e volta: no joelho, na canela, no quadril. Em vez de tratar só o sintoma, a análise biomecânica do gesto esportivo busca entender a causa — como o corpo se move durante a corrida, quais compensações aparecem e onde está a sobrecarga.

O que é observado

A análise avalia aspectos como cadência (passos por minuto), tipo de pisada, alinhamento do joelho e quadril durante o apoio, e assimetrias entre os dois lados do corpo. Pequenos padrões — como uma leve queda do quadril a cada passada — podem não doer isoladamente, mas, repetidos milhares de vezes numa corrida, geram sobrecarga acumulada em uma estrutura específica.

Com essa informação, é possível direcionar o que precisa de atenção: pode ser força, mobilidade, técnica de corrida ou volume de treino — muitas vezes uma combinação dessas frentes.

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Este conteúdo tem caráter educativo e informativo — não substitui uma avaliação profissional presencial nem constitui promessa de cura. Cada caso é único e deve ser avaliado individualmente por um fisioterapeuta.